Pedagogia 3º Semestre/2012
Ficha
de análise cinematográfica
Filme:
Moça com brinco de pérola
1- Faça em poucas palavras um resumo da
história.
Moça
com brinco de pérola é um filme que retrata e expõe bem as obras do pintor Johhanes
Vermeer, que é focado na própria obra
Moça com brinco de pérola.
O
filme conta a história de Great, uma jovem de dezesseis anos, que deixa a casa
de seus pais para se tornar em pregada na casa de Vermeer. Através da
simplicidade de Great o pintor nota algo diferente nela, algo que não tivesse a
ver com a sua postura de empregada. Como se torna frequente a presença de Great
na sala onde Vermeer criava seus quadros, aos poucos ela vai se impressionando
com o trabalho do pintor, e começa a se envolver no mundo das cores, das luzes,
e a partir disso ele nota que ambos possuem um jeito parecido de ver as coisas,
e a traz para o mundo da arte. Até que Great se torna personagem de suas obras,
onde numa delas Vermeer ousa pegar escondido uma das joias estimadas por sua
esposa, para que Great use para um de seus quadros, Mais sua esposa acaba
descobrindo por uma de suas filhas que a empregada havia usado uma de suas
joias para que pudesse ser pintada, enfurecida a esposa faz com Great deixe a
casa, mais no fim Great acaba se tornando a nova dona dos brincos de pérola.
2- Qual a
cena que mais te chamou a atenção? Por quê?
A
cena em que ela tem que furar a orelha. Porque foi interessante o ver a coragem
dela em além de passar a dor, também se arriscar sabendo que a esposa de
Vermeer pode descobrir que ela não passando de uma empregada, é pintada por seu
marido e aida por cima usando uma de suas joias.
3- Os fatos
descritos tem relação com a realidade?
Sim,
para a época em que é decorrido a história muita coisa tem a ver com a
realidade, desde a forma de vida das pessoas, fenômenos meteorológicos, a
maneira como eram criadas as obras do pintor.
4- Se pudesse mudar algo no filme, o
que seria? Qual outro final possível?
Se
fosse pra mudar, faria com que a sogra de Vermeer não morasse com eles para que
não houvesse ambição na família, e faria também com que eles não tivessem além
de duas filhas. E um final possível, que mesmo Great deixando a casa do pintor,
que ela se casasse com o açougueiro e usasse os conhecimentos sobre pintura que
adquiriu na durante o tempo de empregada, e se tornasse uma pintora também
muito famosa.
5- Com relação à fotografia e cores das cenas, o
que pode ser dito?
Que
o pintor favorece a naturalidade e a luminosidade de seus quadros.
6- Descreva a expressão dos personagens.
Great:
uma jovem humilde e sonhadora.
Vermeer:
um pintor apaixonado pelo seu trabalho.
Sogra
de Vermeer: uma mulher ambiciosa manipulada pelo dinheiro.
Esposa
de Vermeer: uma mulher carente, e ao mesmo tempo arrogante.
Empregada:
temperamento arrogante, que tenta ser a boazinha em tudo.
7- Qual outro título daria ao filme? Por quê?
Da
nobreza a face de uma obra. Pelo fato de Great ter originado de uma família
pobre, e ainda assim despertar a o desejo de ser pintada pelas mãos de Vermeer.
8- Quais as
grandes diferenças entre o “fazer artístico” e a vida dos artistas da época
retratada e os dias atuais?
Que tudo era muito
rústico, desde a preparação das tintas até o método usado para pintar, e também
os artistas eram muito procurados para fazerem pinturas de reis, rainhas,
principes, princesas, enquanto nos dias atuais os artistas pegam tudo pronto, e
as obras não são totalmente criadas, são mais releituras para marcar situações,
ou até mesmo releituras de obras de outros artistas.
9- Que tipo
de reflexão o filme proporciona?
Que
o conceito de arte pode surgir das coisas mais simples da vida, e também que
arte não segue nenhum padrão de beleza, até mesmo porque Vermeer não costumava
pintar sua esposa, e acaba descorindo na empregada um perfil ideal para se
tornar uma de suas obras.
10- Indicaria a obra a alguma pessoa? Justifique.
Sim indicaria, porque poucas pessoas
tem conhecimento da arte, muitas confundem arte com beleza, e o filme mostra
perfeitamente que arte surge da beleza interior, que surge nada mais nada menos
que dos sentimentos do artista.